18.3.11
15.3.11
13.3.11
8.3.11
7.3.11
5.3.11
I keep forgetting the smell of the warm summer air
I live in a town where you can't smell a thing
You watch your feet for cracks in the pavement
High up above aliens hover
Making home movies for the folks back home
Of all these weird creatures who lock up their spirits
Drill holes in themselves and live for their secrets
They're all uptight"
"Estava cansado de si mesmo, dos seus estéreis pensamentos e visões. A vida, um poema?... Não quando se passava a vida a poetar em vez de vivê-la. como ficava oca, então, como ficava vazia, vazia, vazia! Essa perseguição constante do próprio eu, no rastro das próprias pegadas – e em círculo, naturalmente...
Essa comédia simulada: fingir que se atira à corrente da vida e ao mesmo tempo ficar ali agarrado ao anzol, pescando-se a si próprio neste ou naquele curioso disfarce... Ah, se a vida quisesse submergi-lo... A vida, o amor, a paixão, de modo que ele não mais precisasse poetizá-la, porém apenas – em estado de poesia – vivê-la!"
3.3.11
1.3.11
20.2.11
I twitch and I salivate like with myxomatosis
You should put me in a home or you should put me down
I got myxomatosis
I got myxomatosis
Yeah no one likes a smart ass but we all like stars
But that wasn't my intention, I did it for a reason
It must have got mixed up
Strangled beaten up
I got myxomatosis
I got myxomatosis
I don't know why I
Feel so tongue-tied"
16.2.11
15.2.11
9.2.11
8.2.11
6.2.11
Aí, como sempre, as soluções serão individuais. Os mais lúcidos, ao se anteciparem ao século XXI, adotarão, ainda que artificialmente, uma atitude positiva.
Ainda que não sejam os únicos responsáveis, políticos e publicitários contribuem para a crise com sua obsessão em corromper o vocabulário cotidiano.
A palavra ternura utilizada nos slogans tornou-se odiosa e inutilizável numa conversa sincera. A mesma coisa com a palavra sensibilidade.
Por causa dessas pessoas malfazejas e daninhas, preparemo-nos para viver sem ternura e sem sensibilidade, resistindo e rejeitando com um gesto firme sua mão estendida."
How should it not be difficult for us?"
2.2.11
31.1.11
29.1.11
28.1.11
26.1.11
24.1.11
23.1.11
20.1.11
18.1.11
14.1.11
13.1.11
11.1.11
10.1.11
9.1.11
7.1.11
"That's what real love amounts to - letting a person be what he really is. Most people love you for who you pretend to be. To keep their love, you keep pretending - perfoming. You get to love your pretense. It's true, we're locked in an image, an act - and the sad thing is, people get so used to their image, they grow attached to their masks. They love their chains. They forget all about who they really are."
6.1.11
4.1.11
29.12.10
28.12.10
27.12.10
22.12.10
20.12.10
18.12.10
15.12.10
13.12.10
8.12.10
2.12.10
23.11.10
22.11.10
21.11.10
20.11.10
18.11.10
A very old friend of mine once said
That either way you look at it you have your fits
I have my fits but feeling is good
Confusions not a kiddney stone in my brain
But if were miscommunicating do we feel the same?
Then either way you look at it you have your fits
I have my fits but feeling is good
11.11.10
10.11.10
7.11.10
5.11.10
"mas sem cinema a vida fica por uma linha; sem fotografia, fica-se pelo nada.
assim, entre a fotografia e o cinema vive a imagem e no seu fundo existimos nós. o cinema acaba por formar a nossa existência, a fotografia por confirmá-la – (nesta exposição), são as imagens ‘anteriores’ unidas às ’seguintes’ que nos fazem ver, tanto pelo que somos como pelo que queremos ser. no fundo, são as imagens, como todas as outras, que nunca se vêem pela primeira vez, como espelhos wellesianos caindo em sucessão, até nos ficarmos pelas imagens verdadeiras, entre o nosso cinema e a sua fotografia."
4.11.10
3.11.10
16.10.10
14.10.10
13.10.10
30.9.10
"A única maneira de teres sensações novas é construíres-te uma alma nova. Baldado esforço o teu se queres sentir outras coisas sem sentires de outra maneira, e sentires de outra maneira sem mudares de alma. Porque as coisas são como nós as sentimos — há quanto tempo sabes tu isto sem o saberes? — e o único modo de haver coisas novas, de sentir coisas novas é haver novidade no senti-las.
Muda de alma. Como? Descobre-o tu.
(...)"
"Não o amor, mas os arredores é que vale a pena…
A repressão do amor ilumina os fenômenos dele com muito mais clareza que a mesma experiência. Há virgindades de grande entendimento. Agir compensa mas confunde. Possuir é ser possuído, e portanto perder-se. Só a ideia atinge, sem se estragar, o conhecimento da realidade."