não o projetar de uma imagem, o projetar de um som inexistente.
o silêncio torna-se perturbador: numa impressão de um latido, um eco inaudível.
numa presença que me acampanhou desde os cinco anos.
em uma época em que não havia idade, e nem passagem do tempo.
23.7.09
9.7.09
5.7.09
20.6.09
19.6.09
"Deve ser por isso que fico (ficamos todos, acho) tão abalado quando, sem nenhuma preparação, ela acontece de repente. E então o espanto e o desamparo, a incompreensão também, invadem a suposta ordem inabalável do arrumado (e por isso mesmo 'eterno') cotidiano. (...) Porque o amor, como a morte, também existe - e da mesma forma, dissimulada. Por trás, inaparente. Mas tão poderoso que, da mesma forma que a morte - pois o amor também é uma espécie de morte (a morte da solidão, a morte do ego trancado, indivisível, furiosa e egoisticamente incomunicável) - nos desarma. O acontecer do amor e da morte desmascaram nossa patética fragilidade."
18.6.09
13.6.09
6.6.09
2.6.09
15.5.09
12.4.09
24.2.09
7.1.09
3.12.08
Assinar:
Postagens (Atom)