"de qualquer viagem, ainda que pequena, regresso como um sono cheio de sonhos - uma confusão tórpida, com as sensações coladas uma às outras, bêbado do que vi."
(com mais viagens, sucessivas ou não, ocorreria a certeza de não pertencer a lugar algum. sem o incessante retorno à uma cidade alheia e íntima)
19.8.09
15.8.09
28.7.09
24.7.09
23.7.09
9.7.09
5.7.09
20.6.09
19.6.09
"Deve ser por isso que fico (ficamos todos, acho) tão abalado quando, sem nenhuma preparação, ela acontece de repente. E então o espanto e o desamparo, a incompreensão também, invadem a suposta ordem inabalável do arrumado (e por isso mesmo 'eterno') cotidiano. (...) Porque o amor, como a morte, também existe - e da mesma forma, dissimulada. Por trás, inaparente. Mas tão poderoso que, da mesma forma que a morte - pois o amor também é uma espécie de morte (a morte da solidão, a morte do ego trancado, indivisível, furiosa e egoisticamente incomunicável) - nos desarma. O acontecer do amor e da morte desmascaram nossa patética fragilidade."
18.6.09
13.6.09
6.6.09
2.6.09
15.5.09
12.4.09
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