31.1.11
29.1.11
28.1.11
26.1.11
24.1.11
23.1.11
20.1.11
18.1.11
14.1.11
13.1.11
11.1.11
10.1.11
9.1.11
7.1.11
"That's what real love amounts to - letting a person be what he really is. Most people love you for who you pretend to be. To keep their love, you keep pretending - perfoming. You get to love your pretense. It's true, we're locked in an image, an act - and the sad thing is, people get so used to their image, they grow attached to their masks. They love their chains. They forget all about who they really are."
6.1.11
4.1.11
29.12.10
28.12.10
27.12.10
22.12.10
20.12.10
18.12.10
15.12.10
13.12.10
8.12.10
2.12.10
23.11.10
22.11.10
21.11.10
20.11.10
18.11.10
A very old friend of mine once said
That either way you look at it you have your fits
I have my fits but feeling is good
Confusions not a kiddney stone in my brain
But if were miscommunicating do we feel the same?
Then either way you look at it you have your fits
I have my fits but feeling is good
11.11.10
10.11.10
7.11.10
5.11.10
"mas sem cinema a vida fica por uma linha; sem fotografia, fica-se pelo nada.
assim, entre a fotografia e o cinema vive a imagem e no seu fundo existimos nós. o cinema acaba por formar a nossa existência, a fotografia por confirmá-la – (nesta exposição), são as imagens ‘anteriores’ unidas às ’seguintes’ que nos fazem ver, tanto pelo que somos como pelo que queremos ser. no fundo, são as imagens, como todas as outras, que nunca se vêem pela primeira vez, como espelhos wellesianos caindo em sucessão, até nos ficarmos pelas imagens verdadeiras, entre o nosso cinema e a sua fotografia."
4.11.10
3.11.10
16.10.10
14.10.10
13.10.10
30.9.10
"A única maneira de teres sensações novas é construíres-te uma alma nova. Baldado esforço o teu se queres sentir outras coisas sem sentires de outra maneira, e sentires de outra maneira sem mudares de alma. Porque as coisas são como nós as sentimos — há quanto tempo sabes tu isto sem o saberes? — e o único modo de haver coisas novas, de sentir coisas novas é haver novidade no senti-las.
Muda de alma. Como? Descobre-o tu.
(...)"
"Não o amor, mas os arredores é que vale a pena…
A repressão do amor ilumina os fenômenos dele com muito mais clareza que a mesma experiência. Há virgindades de grande entendimento. Agir compensa mas confunde. Possuir é ser possuído, e portanto perder-se. Só a ideia atinge, sem se estragar, o conhecimento da realidade."
28.9.10
21.9.10
14.9.10
8.9.10
28.8.10
17.8.10
12.8.10
3.8.10
29.7.10
28.7.10
26.7.10
22.7.10
20.7.10
16.7.10
15.7.10
A conclusão à qual meus personagens chegam não é a anarquia moral. Eles chegam, na verdade, a uma espécie de piedade recíproca. Isso também é velho, vocês me dirão. Mas o que nos resta se isso?
Por exemplo, o que vocês crêem que seja esse erotismo que invadiu a literatura e o espetáculo? É um sintoma, o mais fácil de perceber talvez, da doença que afeta os sentimentos.
Há então uma doença. E como acontece sempre quando há uma doença, o homem reage. Mas ele reage mal e fica infeliz por conta disso.
Em A Aventura, a catástrofe é uma impulsão erótica desse gênero: barata, inútil, infeliz. E não basta saber que é assim. Pois o herói (que palavra ridícula!) de meu filme percebe inteiramente da natureza grosseira da impulsão erótica que o domina, de sua inutilidade. Mas isso não basta.
Eis um outro mito que cai, essa ilusão de que basta SE CONHECER, analisar-se minuciosamente nas dobras mais recônditas da alma.
Não, isso não basta. A cada dia se vive "A Aventura", seja uma aventura sentimental, moral ou ideológica.
Mas, se nós sabemos que as velhas tabas da lei não oferecem mais que um verbo por demais decifrado, por que permanecemos fiéis a essas tabas? Eis uma obstinação que me parece tristemente comovente.
O homem, que não tem medo do desconhecido científico, tem medo do desconhecido moral”.
13.7.10
12.7.10
11.7.10
9.7.10
"I always try to escape categories because where those categories are attached, predictable forms, they really have very much to do with market, or where to market the pictures. I'm interested in what's unpredictable, and I'm interested in what happens in the no-man's-land between known categories."
8.7.10
"No, I don't think you're ever an objective observer. By making a frame you're being selective, then you edit the pictures you want published and you're being selective again. You develop a point of view that you want to express. You try to go into a situation with an open mind, but then you form an opinion, and you express it in your photographs."
6.7.10
coisa
não me transformarei
em subúrbio
não serei uma válvula sonora
não serei paz
eu quero a destruição
de tudo que é frágil:
cristãos fábricas palácios
juízes patrões e operários
uma noite destruída cobre os dois sexos
minha alma sapateia feito louca
um tiro de máuser atravessa o
tímpano de
duas centopéias
o universo é cuspido pelo cu
sangrento
de um Deus-Cadela
as vísceras se comovem
eu preciso dissipar o encanto do meu velho
esqueleto
eu preciso esquecer que existo
mariposas perfuram o céu de cimento
eu me entrincheiro no Arco-Íris
Ah voltar de novo à janela
perder o olhar nos telhados
como
se fossem o Universo
o girassol de Oscar Wilde
entardece sobre os tetos
eu preciso partir um dia para muito longe
o mundo exterior tem pressa demais para mim
São Paulo e a Rússia não podem parar
quando eu ia ao colégio Deus tapava os ouvidos para mim?"
5.7.10
"Para que haja a arte, para que haja a ação ou uma contemplação estética qualquer, é indispensável uma precondição fisiológica: a embriaguez. É mister que a embriaguez tenha aumentado a irritabilidade de toda a máquina; sem isso a arte é impossível. Todos os tipos de embriaguez, ainda que estejam condicionados o mais diretamente possível, têm potência artística, e acima de todos, a embriaguez da excitação sexual, que é a mais antiga e primitiva forma de embriaguez. Da mesma forma, a embriaguez que nasce como conseqüência de todo grande desejo, de toda e qualquer afecção forte; a embriaguez da festa, do combate, dos atos de bravura, da vitória, de todo e qualquer movimento extremo; a embriaguez da crueldade; a embriaguez da destruição; a embriaguez produzida por certas condições meteorológicas, por exemplo, a embriaguez primaveril; ou a embriaguez produzida pelos narcóticos; por fim, a embriaguez da vontade, a embriaguez de uma vontade acumulada e dilatada.
O essencial na embriaguez é o sentimento de plenitude e de elevação da força. Sob a influência desse sentimento, nos abandonamos às coisas, obrigamo-las a nos tomar, as violentamos (...)."